O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado pelo PT, Rui Costa, afirmou neste sábado (25), em Valença, que a credibilidade de um agente público está diretamente ligada à capacidade de cumprir as promessas feitas durante as campanhas eleitorais.
Em discurso, o ex-governador da Bahia defendeu o legado das gestões petistas no estado, citou obras realizadas ao longo de seus mandatos e voltou a criticar a oposição liderada pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil).
Segundo Rui, o histórico de entregas do grupo político que governa a Bahia há duas décadas dá sustentação às propostas apresentadas na disputa eleitoral deste ano.
“O que dá credibilidade a uma pessoa de estar no microfone prometendo alguma coisa é olhar para o que ela prometeu na eleição passada e perguntar: fez ou não fez? Eu me comprometi a construir 26 policlínicas e elas estão funcionando”, afirmou.
Rui Costa rebate oposição
Durante o discurso, Rui Costa comparou as gestões do PT com os governos anteriores e afirmou que a oposição não priorizou investimentos estruturantes no interior da Bahia.
“Eles nunca fizeram obra grande, eles só pensam pequeno. Eles nunca acreditaram no interior, por isso nunca construíram o hospital no interior”, declarou.
Defesa da Ponte Salvador-Itaparica
O ex-governador também respondeu às críticas feitas ao projeto da Ponte Salvador-Itaparica. Rui defendeu a capacidade técnica do consórcio responsável pela execução da obra e criticou adversários que questionam o empreendimento.
“Eles agora querem dar uma de engenheiro para dizer como é que os chineses vão construir a ponte [Salvador-Itaparica]. Chineses esses que são responsáveis pela quase a totalidade das grandes pontes que são construídas no mundo. É quem domina a tecnologia de construção de grandes pontes […] E fica um bando de Zé Mané dando palpite sobre a construção da ponte”, afirmou.
Prioridade ao interior
Na parte final do discurso, Rui Costa voltou a defender que os governos do PT priorizaram investimentos em municípios do interior e em regiões socialmente mais vulneráveis, contrapondo esse modelo ao que atribuiu aos adversários políticos.
“Um bando de gente desqualificada, de menino que não estudou, que pega um celular pra tentar lacrar e falar bobagem. Vão estudar, vão conhecer a vida real. Vocês não conhecem, vocês só falam bobagem”, concluiu.
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